Ponto a ponto, as diferenças da CLT da reforma aprovada no Senado

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
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Jornal GGN – O Senado Federal aprovou, na noite de ontem (11), a proposta de reforma trabalhista enviado pelo governo de Michel Temer. O projeto agora segue para sanção presidencial e foi aprovado da mesma maneira como veio da Câmara dos Deputados.
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A reforma muda mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e coloca itens como a prevalência do acordado sobre o legislado nas negociações trabalhistas, permite o parcelamento de férias e contratos de trabalho intermitente.
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Enquanto o presidente comemora a aprovação e afirma que a reforma irá ajudar na redução do desemprego e aumentar a competitividade do país, entidades sindicais, juízes do trabalho e economistas criticam duramente a proposta.
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Em entrevista para a Folha de S. Paulo, o professor do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho, José Dari Krein, afirma que nunca houve um desmonte tão grande dos direitos do trabalhador.
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Para ele, a reforma segue uma lógica favorável para as empresas e diz que não há provas de que as mudanças vão ajudar na geração de empregos.
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“A regulação do mercado de trabalho não foi criada para seguir uma lógica apenas econômica, mas para preservar a vida das pessoas e garantir que a relação entre o capital e o trabalho não seja tão assimétrica”, afirma.
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Para saber mais sobre o que foi alterado na proposta aprovada no Senado, leia aqui o quadro elaborado por Paulo Roberto Fernandes, que compara, ponto a ponto, as diferenças entre a CLT e a proposta do governo Temer.
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Acesse aqui o documento.
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