O contrato entre Fundação Roberto Marinho e Educação do Rio

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Acordo de R$ 67 milhões por doze meses, que dispensando licitação, levanta dúvidas quanto ao efetivo custo/benefício
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(Foto: Marcello Casal Jr ABr)
Acho engraçada a Rede Globo. Quando algum município realiza ato de inexibilidade (de dispensa de licitação) completamente dentro da Lei, principalmente comprovando a economicidade para o município, como no caso da venda de sistema de ensino onde o material, capacitação, formação continuada, acesso a ferramentas informatizadas e palestras saem pelo preço médio de 450,00 aluno/ano, a Globo é a primeira a levantar alguma suspeita, como se tivesse algo errado, independentemente se a empresa em questão tem números que mostram o sucesso do projeto, como ter 100% de seus clientes acima da média do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), superando metas estabelecidas para 2021 já no ano de 2016.
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A Fundação Roberto Marinho, fez um contrato com a secretaria de educação do estado do Rio de Janeiro no valor total de R$ 67,41 milhões, para atender 36 mil alunos durante 12 meses, com custo médio de R$ 1.872,00 aluno/ano, onde somente em material pedagógico foram gastos R$ 24,92 milhões.
Dai a minha pergunta? Quais os resultados efetivos que esses alunos tiveram? Gasta-se a bagatela de R$ 67 milhões para correção de fluxo, enquanto os sistemas pedagógicos visam melhorar a qualidade do ensino e formar os alunos com o mesmo ensino oferecido nas redes particulares, com isso evitando ter que fazer tal correção no fluxo de aprendizagem.
Segue, em anexo, o processo completo de inexibilidade entre a Fundação Roberto Marinho e a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro.
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Será que algum deputado estadual ou Ministério Público vai querer processar a Fundação Roberto Marinho?
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